quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Bill Clinton ganha biografia em quadrinhos


Bill Clinton, o presidente mais pop da história dos EUA ganhou uma bigrafia em quadrinhos. A série Political Power, da Bluewater Productions, vai dedicar seu próximo volume ao ex-presidente norte americano, um dos mais polêmicos da história do país. A editora promete mostrar um novo olhar sobre a vida do político, desde a sua infância até o período que veio depois de sua passagem pela Casa Branca. A HQ terá 32 páginas e custará US$ 3.99.
O roteiro é de Robert Schnakenberg, a arte de David McNeil e a capa, que você confere ao lado, é de Vinnie Tartamella. A revista estará nas lojas americanas em março.
A Bluewater Productions é uma editora de quadrinhos norte-americana, responsável por títulos como 10th Muse, Legend of Isis, Judo Girl e The Muse, além das linhas como Ray Harryhausen Presents e Vincent Price Presents.
Antes que você pergunte pelo episódio com a estágiária Monica Lewinsky, bem... isso não está lá, seria legal se estivesse. Mas a censura nos EUA, para os quadrinhos, é meio rigorosa, mas só com os quadrinhos...

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Versão brasileira... Herbert Richers


Você certamente já ouviu essa frase. Claro, se tem mais de 30 anos já ouviu isso milhares de vezes antes de um desenho animado, filmes ou seriados em qualquer canal de televisão. O produtor de cinema e dono da Herbert Richers S.A, empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu hoje aos 86 no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada por um funcionário da empresa, que não soube informar a causa da morte.
O velório acontece hoje, a partir das 14h, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio. Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923 e se mudou para o Rio em 1942, onde fundou, em 1950, a companhia que leva seu nome. Atualmente, a empresa possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no país.
O empresário, que ganhou até uma comunidade no Orkut ("Quem é Herbert Richers?") não gastava de fotografias e aparecia muito pouco na mídia. A foto mais recente, essa aí do lado, é de 2000.

Fonte: Folha de São Paulo


terça-feira, 17 de novembro de 2009

Legião dos Super-Heróis da Ebal


Nada mais fantástico do que encontrar pérolas em um sebo. A foto aí ao lado é da revista Legião dos Super-Heróis nº 1, da falecida Editora Ebal. A revista que custou 70 cruzeiros novos, foi uma das primeiras edições do grupo de heróis no Brasil, que tinha como atração, a participação do Superboy. Este exemplar eu encontrei no sebo do meu amigo Salvador, na Lacerda Sobrinho, em Campos dos Goytacazes. Aliás, é sempre bom lembrar, que ele dirige o único sebo de Campos, o resto é livraria e brechó.
A história, que tinha um roteiro meio besta, intitulada "A Revolta das Super-Heroínas" contava sobre várias moças super-poderosas que se revoltavam contra seus amigos machões. Logo se descobriu que estavam todas sendo mentalmente controladas por um vilão intergaláctico e tudo terminou bem.
O detalhe primoroso da capa desta edição, e o que a torna ainda mais valiosa, é o fato de que a Ebal, como não tinha artistas para fazer as letras para a capa da revista, datilografou o texto dentro dos balões na capa da revista matriz e imprimiu tudo. Dentro das revistas, a técnica já era utilizada, mas um artista (letrista), desenhava as letras nos balões internos. Mas para a capa de Legião dos Super-Heróis 1, o artista utilizado foi mesmo uma máquina de escrever. Mais uma para a estante e mais uma para o baú de recordações.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

E todo mundo pode virar um zumbi


Inspirado pelo apagão, que dixou as ruas escuras e apenas uns poucos zumbis vagando pelos becos e ruelas da Planície Goytacá, me lembrei de algumas edições de quadrinhos sobre zumbis. A Marvel foi pioneira criando um universo inteiro de zumbis, assim como faz com o universo de macacos, como postei há alguns dias.
Mas a DC Comics já havia levantado a bandeira dos zumbis há mais tempo. O Bizarro, o Superman ao contrário, não é necessariamente um zumbi, um morto-vivo, um comedor de cérebors e coisas assim, mas age como um zumbi e temuma aparência bem semelhante.
Isso me lembrou que uma edição especial do Universo Bizarro está para chegar com o Suerman Bizarro e mais versões bizarras de Batman, Lanterna Verde, Flash, Mulher Gavião, Batman e Mulher Maravilha. É meio bobo, como todas as histórias de Bizarro, mas é, pelo menos, divertido.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Nota de esclarecimento aos skatistas


É sempre bom lembrar e esclarecer não é? Pois bem. No último fim de semana aconteceu um evento de skate realizado pela Fundação Municipal de Esportes e que teve o auxílio indispensável da iniciativa privada. Lojas como a Censura Livre entre outras do ramo, estiveram presentes e apoiaram. Vale ressaltar que o evento, intitulado "O Rei da Quadra" foi idealizado, criado e executado pelo diretor de esportes radicais da FME, Romeu Lins. Um dos paladinos do skate na cidade.
Bom ou ruim, e essa não é a questão aqui, o governo ajudou. O engraçado é que teve vereador que não ajudou em nada, caiu de paraqeudas dentro do evento, colocou um banner e saiu por aí dizendo que ajudou e no final das contas quase ganhou os louros do projeto.
Seja da Prefeitura, de Romeu ou de quem quer que seja, o evento nasceu e cresceu com muitas dificuldades, pois acompanhei tudo de perto. É muita cara-de-pau ir para lá, doar meia dúzia de bananas, depois que o evento já estava pronto e organizado, e sair por aí dizendo que está com os jovens e é amigo dos skatistas.
Não é a primeira vez que um político tenta aparecer usando eventos dos outros, mas é sempre bom lembrar: oportunismo definitivamente não é uma virtude senhor vereador.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Macacos me mordam...


Seria cômico se não fosse trágico. A Marvel Comics, a mais nova companhia do império Disney de entretenimento, deve lençar em breve aqui no Brasil uma série onde seus personagens se transformaram em macacos, Uma espécie de realidade alternativa onde todo o Universo Marvel é formado por macacos.
A série chamada de "Marvel Apes", é de 2007, e como ainda não apareceu nas bancas da nossa Planície Goytacá, não deve ter agradado a editora Panini, que detém os direitos dos personagens no Brasil e publica o que ela quiser.
Os tipos vão desde um Homem-Aranha King Cong, até um macaco Wolverine que no lugar das garras tem três bananas (putz). Quase todos os personagens principais da editora ganharam versões símias: Justiceiro, Demolidor, Capitão América, Miss Marvel, Senhor Fantástico, Cavaleiro da Lua, Mercenário, entre outros personagens que se transformaram em simpáticos chipanzes, gorilas e babuinos. Todos em poses heróicas e de armas em punho.
Em uma época em que macacos estrelam novelas brasileiras, nada mais natural que ganhem as páginas de revistas em quadrinhos. Só resta saber que tipo de público a Marvel quer atingir com seus macacos. Se os leitores de quadrinhos ou os macacos que agora estrelam novelas.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Olha outra pérola aí...


Quer saber onde o Wolverine apareceu pela primeira vez? Pois bem, foi nessa revista que eu agora tenho em mãos: a edição original da primeira aparição de Wolverine. Um mero coadjuvante na revista do Incrível Hulk que se meteu em uma briga entre o Golias Esmeralda e o monstro canadense chamado Wendigo.
Na ocasião, Wolverine era uma espécie de caçador do governo canadense que atravessava o caminho do Hulk. Wolverine foi escalado para destruir Wendigo. O mutante, mesmo depois dessa aparição, não fez muito sucesso. Porém, quando foi escolhido para fazer parte da reformulação dos X-Men, aí sim, o baixinho invocado se destacou.
Na verdade, todo o sucesso de Wolverine se deve a fase em que os X-Men eram desenhados por John Byrne e os argumentos eram escritos por Chris Claremont. A dupla conseguiu destacar os poderes do mutante e praticamente definiram a sua personalidade.
Mas... tudo começou com essa revista aí de cima. A edição 181 da primeira série do Hulk nos EUA. No Brasil ela foi lançada pela Rio Gráfica Editora em uma revista regular do Hulk. Anos mais tarde foi republicada pela Editora Abril como uma história especial também na revista regular do Hulk.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

O Homem-Brinquedo dos Superamigos


No final da década de 70, início e meados da década de 80 no Brasil, um desenho era febre entre as crianças. Alguém aí se lembra do desenho dos Superamigos? Quem assistiu ao desenho se lembra da Legião do Mal, quase toda ela era feita de vilões do Batman, e entre eles o Homem-Brinquedo. Uma figura que parecia um Bobo-da-Corte do mal, essa figurinha na foto aí do lado. O problema é que o Homem-Brinquedo não era um inimigo do Batman, como apregoava a série animada, mas sim do Super-Homem e que nos quadrinhos teve uma vida muito curta.
Este personagem de voz esganiçada é baseado em um segundo Homem-Brinquedo chamado Jack Nimball. É bom lembrar que vários criminosos assumiram este nome nas histórias do Super-Homem. O primeiro foi Winslow Schott. O coroa gordinho baixinho possuía um arsenal na forma de brinquedos de criança. Winslow era filho de um fabricante de brinquedos que teve sua loja tomada por gangsters para ser usada como fachada para suas operações ilícitas. Quando a policia desmantelou todo o esquema, o pai de Winslow foi preso, e ele foi mandado para um orfanato onde sofreu inúmeros abusos e sua sanidade mental foi pro ovo. Quando cresceu, Winslow palnejou seu primeiro crime. O problema é que escolheu a cidade errada para a estreia. Em Metrópolis, o Superman impediu a sua primeira investida.
Jack Nimball, o nosso Homem-Brinquedo, em questão, foi o segundo bandido a assumir este codinome. Ele faz quase a mesma coisa que Winslow faz e aparece logo depois que Winslow abandona a vida criminosa. Mas, teve vida curta. Na revista “Superman vol.1 305” ele é morto pelo próprio Winslow Schott que reassume seu velho codinome.
Essa figura de vida curta nos quadrinhos ganhou notoriedade por conta do desenhos da década de 70, os Superamigos. Mais uma confusão dos desenhos animados para adaptar os personagens para as telinhas.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Não tem negócio, como sempre...


Essa edição que agora vos apresento, (é uma reprodução da internet, claro) é a capa da edição original da revista Speed Racer. O número 1 lançado nos EUA e Japão, não simultaneamente. O que eu tenho agora na minha estante é a mesma edição lançada no Brasil em 1978. Consegui depois de garimpar sebos reais e sebos virtuais.
A edição que minha santa mãe comprou para mim em 1978, quando eu tinha 5 anos, se pedeu com o tempo. Mas felizmente consegui recuperar a pérola. Está um pouco velha e maltratada, mas está inteira, com todas as páginas e sem carimbos de sebos. Não é uma edição de colecionador. Inacreditavelmente ela conseguiu sobreviver todos esses anos esquecida em algum sebo e sofreu poucos danos. A edição brasileira foi publicada pela boa e velha Ebal. A edição que tenho em mãos é a da Ebal, mas há uma outra, mais nova da Rio Gráfica Editora, que publicava revistas de personagens de TV.
Foi com essa revista que aprendi a ler. E como de praxe, não tem negócio. Não é peça de exposição... Sorry... he he he

domingo, 25 de outubro de 2009

Você sabe o que é um Nulificador Total?


Numa dessas noites sem ter o que procurar na internet digitei no Pai dos Burros Virtual, o Google, "nulificador total". Para quem não sabe, o Nulificador Total foi utilizado por Reed Richards para afastar Galactus, o Devorador de Mundos, do planeta Terra. É uma arma capaz de destruir todo um universo. A tal arma apareceu nas primeiras edições do grupo, quando também apareceu pela primeira vez nos quadrinhos o Surfista Prateado.
Porém, o que mais me impressionou nessa busca foi o fato de ter encontrado um milhão de informações erradas sobre o tal nulificador total.
A Wikipédia, que em tese, seria confiável, fala tudo errado sobre o aparelho. A principal informação, eu não vi nenhum site dizer. Bom eu explico:
Quando Galactus invadiu a Terra, invencível, a morte do planeta era algo iminente, e sem poderes para destruir seu algoz, os heróis do planeta Terra entraram em desespero. O Quarteto Fantástico, que travou uma batalha com o gigante cósmico não tinha mais forças e nem recursos então... Reed Richards, com seu intelecto superior "inventou" o Nulificador Total, uma arma capaz de destruir o Universo inteiro. Galactus ficou com medo (isso mesmo, Galactus ficou com medo) e decidiu poupar a Terra e ir embora.
Só que o tal Nulificador não existia de verdade, não era nada, era um blefe de Richards que conseguiu afastar Galactus e nenhum site, blog, ou qualquer outro meio de comunicação virtual onde encontrei a sentença "nulificador total" diz isso!
Bom, essa é a verdade, e está tudo aqui, na revista que eu tenho em minhas mãos publicada ainda pela editora Abril na década de 80. Escrita por Stan Lee e desenhada por Jack Kirby.
Não acreditem em tudo o que a Wikipédia diz...

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Alguém ai se lembra de Rob Liefeld?



Alguém ai se lembra de Rob Liefeld? Pois bem, foi esbarrando em um de seus desenhos que resolvi desenterrar essa figuraça dos quadrinhos e escrever esse post.
As ilustrações aí ao lado, mostram bem por que Rob Liefeld ficou conhecido no mundo dos quadrinhos como o pior desenhista de todos os tempos. Além de não ter a menor noção de anatomia humana, Liefeld era arrogante e cobrava caro (?) pelo seu traço.
O Namor, a segunda ilustração desse post, que Liefeld desenhou para uma série de cards da Marvel, ganhou uns dezesseis músculos diferentes, todos inventados por Rob. Dá uma olhada no braço do Príncipe Submarino e veja se não tenho razão? Isso sem falar no desenho do Capitão América, o primeiro desse post, que virou um clássico e ganhou até uma paródia. Enfim, obras de arte.
A razão para que o Mucufo relembre a "obra" dessa criatura é que Rob Liefeld reclamou de Alan Moore; continua o projeto de desenhar a Bíblia; e está tentando, há um ano, terminar "Onslaught Reborn", uma minissérie de cinco edições semanal. Essa me pareceu uma boa ocasião para voltar a falar mal de Liefeld.
Outra boa mostra dos poderes de Liefeld está no site Progressive Boink, que fez uma lista dos 40 piores desenhos do dublê de desenhista. Problemas de anatomia e proporção; mulheres com a espinha dorsal em arco; pés e mãos pra lá de bizarros; olhos que nunca se abrem; os milhões de dentes na boca entre tantos outros "defeitos". Está tudo lá. Clique aqui e confira.
O que você precisa saber de mais importante antes de conhecer as aberrações que Rob Liefeld desenhou é que ele nunca viu ou conversou com uma mulher na vida e não tem idéia de como elas se parecem nem como o corpo delas funciona.
Rob Liefeld ainda é contratado para trabalhar nas grandes editoras de quadrinhos (Deve ter um empresário muito bom, tipo o que colocou o goleiro Doni no Roma da Itália). Ele é um dos artistas de HQ de maior sucesso, reconhecimento e popularidade na história, apesar de ser difícil de trabalhar, ególatra, teimoso e de perder prazos constantemente. Ele tem mais dinheiro do que muitos de nós vão ver na vida. E não consegue desenhar um pé.
Se quiser conhecer mais sobre esse "mago" dos quadrinhos entre aqui e descubra por que todo mundo que vê esses "coisas" que ele chama de desenhos, acredita que pode sair desenhando e se tornar um grande profissional de quadrinhos.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Alice, pelada, no País das Maravilhas


Mais conhecido entre os editores de quadrinhos, para os quais já fez capas de Pato Donald a Doutor Estranho, o artista Frank Brunner resolveu criar uma versão à Milo Manara (famoso quadrinista italiano de quadrinhos eróticos) de uma das personagens mais populares na literatura infantil: Alice, aquela do País das Maravilhas. Não me perguntem porque Alice está completamente nua entre os persoonagens, mas o fato é que ela está, e os personagens, estão sabendo disso e não agem como se ela estivesse vestida.
Bom, não é uma versão pornô, é erótica, e Brunner não foi o pioneiro. Ele não é o primeiro a explorar a personagem de Lewis Carroll em um contexto erótico. O famoso e premiado roteirista de quadrinhos Alan Moore já usou a mesma Alice, além de Dorothy (O Mágico de Oz) e Wendy (Peter Pan), em uma novela gráfica cuja linha narrativa era regida pelo sexo. O álbum, chamado Lost Girls, foi publicado em três volumes em 2006. E para desespero dos senhores leitores, esse eu tenho he he he... (sim, desespero, por que eunão empresto nem sob tortura).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Porrada!


Uma das melhores, se não, a melhor história do Capitão América - quando este ainda não tinhamorrido e a identidade era a do famoso Steve Rogers. A revista - uma edição importada que eu consegui colocar em minha estante esta semana - foi lançada aqui no Brasil pela editora Abril lá no início da década de 80 na extina revista, em formatinho, do Capitão América, outra edição que eu tenho.
Como vocês podem ver na capa, o Golias Esmeralda, o bom e velho Incrível Hulk, acabou com o Capitão América, bateu muito no velho soldado e tentou de todas as formas destruir o escudo de adamantium do herói. Não conseguiu, ficou muito puto e quase arremossou o escudo na estratosfera.
O Capitão só recuperou o escudo dias depois agora já não me lembro aonde.
Infelizmente, são poucas as histórias da Marvel que hoje são tão boas quanto essas. Bons tempos que não voltam mais. Quem sabe agora o Pato Donald não trava um combate heróico contra o Hulk? Ou o Super-Pateta não arrebenta a cara do Homem-Aranha.

Prestígio é isso aí


O título acima não remete a nenhum chocolate. Mas a série animada, Os Simpsons, tem prestígio de sobra. Aqui e na terra onde nasceu, os EUA. Por lá, o desenho completa 20 anos de exibição, bateu recordes e se transformou em uma das séries mais antigos, ainda no ar.
Para comemorar a boa performance do desenho animado, a Playboy americana coloca na sua edição de outubro a matriarca da família Simpson, Marge Simpson, pelada na capa da revista. Tudo bem que ela não está realmente pelada, até porque ninguém ia querer ver Marge pelada, mas só a homenagem já vale a nota e mostra que o desenho é mesmo um dos mais poderosos e influentes do planeta.
A revista de "nú artístico" jamais colocou em sua capa um desenho animado. É óbvio que dentro da edição Marge não mostra a sua genitália desnuda e os cuecas de plantão podem ficar sossegados pois as coelhinhas de sempre estão estampando as páginas da revista como em todos os meses.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Essa vai para João de Oliveira!


Incrível! Como nunca pensei nisso antes?
Após receber um email do Instituto de Psicologia Crescer (Isec), sobre um Curso de Hipnose, me lembrei do meu amigo João de Oliveira. O único campista que eu conheço que leva à sério esta ciência. Vejam bem: o único que eu conheço, o que não significa que não existam outros por aí que eu nunca tenha visto.
Mas vamos ao que interessa. Recebi este email no momento em que estava lendo uma das minhas revistas prediletas, a saga "Crise de Identidade", e estava lendo uma cena em que o Conde Vertigo bagunçava a vida do Arqueiro Verde.
Pois bem, se não existia nenhum personagem com os poderes de João de Oliveira, agora eu descobri um: o Conde Vertigo!
Quem é o Conde Vertigo? O Conde Vertigo, cujo nome completo é Conde Werner Vertigo, é o conde de Vlatava (uma cidade fictícia). O personagem usa um apetrecho que causa vertigem em seus oponentes, e um uniforme que hipnotiza suas vítimas.
Aqui os meus respeitos ao cara que leva à sério a ciência da hipnose e que não abre mão de suas convicções científicas, fica aqui a minha homenegem!